Um nome que até parece simples,
gente bastante humilde, mais não é. Um jornalista de renome nacional que viveu
à época do império de Assis Chateaubriand, uma potência internacional que
dominou a imprensa brasileira por muitas décadas.
Luiz Maria Aves durante décadas foi diretor superintendente dos
Diários Associados, cujo órgão pertenceu ao conglomerado empresarial do
jornalista internacional Assis Chateaubriand, que por muitos anos manteve o
império da imprensa brasileira.
Pois bem, o jornalista Luiz Maria Alves chega a Natal no ano de
1939, exatamente no período efervescente da Segunda Guerra Mundial, quando a
capital estimava na época 45 mil habitantes, recebia um contingente de vinte
mil habitantes, americanos aqui vindos em preparativo à guerra, fundando de
início uma base aérea, Parnamirim, que até hoje serve aos natalenses. Foi uma
base que de direito se tornou o trampolim da Força Aérea Americana em terra
potiguar.
O jornalista, político, senador da República, Luiz Maria Alves,
impôs uma política de respeito e seriedade na imprensa natalense e em todo
estado durante o tempo em que exerceu as funções como diretor superintendente
dos Diários Associados, na condição de seguidor autêntico do chefe maior da
imprensa brasileira.
Por justiça, a Câmara Municipal de Mossoró, associando-se às
atribuições por ele desenvolvidas, por meio de decreto legislativo número
25/84, por proposição do vereador Regy Campelo, no ano de 1984, cuja matéria,
segundo apontamentos do historiador Raibrito, contou com a adesão de quase
todos os membros da Câmara, apenas um voto contra, por questões particulares,
foi concedido o título de Cidadão Mossoroense, ao ilustre defensor de uma
imprensa respeitosa em nosso estado.
O senador Luiz Maria Alves se fez respeitado na política, até
porque sua palavra como cidadão de imprensa escrita sempre fazia soar os
deveres de paz, seriedade e justiça do povo brasileiro. A posição de uma
política séria e respeitosa fez com que o velho jornalista Luiz Maria Alves
merecesse as homenagens e referência do povo norte-rio-grandense.
FONTE – O MOSOSROENSE

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